"Sabemos que vale a pena apostar na produção de um café de qualidade e, inclusive, buscar outros mercados", resume Elielce Monteiro Machado
"Sabemos que vale a pena apostar na produção de um café de qualidade e, inclusive, buscar outros mercados", resume Elielce Monteiro Machado



Nascida no meio rural, Elielce Monteiro Machado agora está se aperfeiçoando no que diz respeito a cafeicultura. O interesse surgiu recentemente, quando o seu marido, o comerciante José Valdomiro Machado, recebeu uma área de herança de 38 alqueires com uma produção que gira em média de 380 sacas de café por safra.

Aos poucos, eles começaram a investir na propriedade e Elielce viu como uma grande oportunidade adquirir conhecimento técnico sobre o assunto por meio das Mulheres do Café. "Depois de um curso do Senar de dois meses e meio que trata sobre a mulher atual, continuamos nos reunindo, mas não tínhamos um objetivo traçado. Com o projeto do Instituto Emater, vimos uma oportunidade e um objetivo que podíamos trabalhar, aproveitando a nossa proximidade com a cafeicultura aqui na região".

Na propriedade, o casal conta com um funcionário que trabalha com a parte técnica referente a lavoura. Entretanto, Elielce relata que o conhecimento adquirido ao longo desses três anos tem aberto sua mente para novos objetivos com a lavoura. "Ainda não fazemos cafés especiais, mas com o Mulheres do Café, vimos que é possível. Sabemos que vale a pena apostar na produção de um café de qualidade e, inclusive, buscar outros mercados diferentes do que estamos acostumados a comercializar". (V.L.)

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