Controle mecânico: A destruição do formigueiro com a morte da rainha é eficiente quando o formigueiro é jovem. O produtor pode eliminar as saúvas utilizando uma enxada para revirar o sauveiro. O preparo frequênte do solo, com a utilização de arado, por exemplo, acaba com os formigueiros jovens.

Controle cultural: O solo deve ser arado com eliminação da vegetação existente e desestruturação do formigueiro. Também podem ser cultivadas plantas resistentes ao corte das saúvas. Eficaz quando o sauveiro é jovem.

Controle biológico: Feito pelos inimigos naturais das saúva como passáros (principalmente na hora da revoada), tatus e certos besouros. É pouco eficaz porque os inimigos naturais das cortadeiras foram praticamente eliminados das lavouras.

Controle químico: uso de iscas, pós secos ou termonebulizador.
Iscas granuladas possuem elementos atrativos às formigas além de veneno. As formigas carregam para dentro do sauveiro e acabam usando as iscas para cultivo do fungo, com isso há um descontrole na produção de alimentos e a morte das saúvas. O sucesso desse método depende do cálculo do tamanho do formigueiro na determinação da dose. Ela deverá ocorrer sobre um olheiro de alimentação (caminho que as formigas usam), e não podem ser feita em dias de chuva. Ele deve ser usado no controle de formigueiros jovens.

Pós secos a utilização desse método existe a ajuda de uma bomba de tubo flexível para bobear o formicida para dentro do sauveiro por meio do olheiro de alimentação. Esse controle fornece bons resultados em formigueiros jovens.

Termonebulização Usa inseticida líquido que juntamente com óleo diesel que depois de queimado se transforma em gás entra no formigueiro. O formigueiro deve receber o gás até que ocorra refluxo. É o método que apresenta melhor chance de controlar os formigueiros adultos.

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