As espécies com maior área cultivada são calêndula, alfavacão, alecrim, manjerona e capim cidró. A escolha das espécies cultivadas foi feita com base na popularização de seu uso e na sua disponibilidade para o consumidor. ‘‘Escolhemos espécies que não eram oferecidas com frequência nos pontos de venda, para atender uma faixa de mercado que não tinha fornecedores’’, diz César Augusto Andrade.
A calêndula, por exemplo, bastante usada em medicamentos já prontos como pomadas, não era facilmente encontrada natural para uso em chá. Outra espécie como a tansagem, nativa na região, e utilizada como depurativo e anti-inflamatório, agora pode ser encontrada processada e embalada na maioria dos mercados. A mil-folhas, que tem efeito analgésico e anti-espasmódico, bastante conhecida pela sua eficácia, também está sendo comercializada.
Nas embalagens o consumidor tem informações sobre a origem das plantas, sua utilidade e dosagem indicada. Na fazenda também existem plantas que estão sendo cultivadas em área experimental para análise de seu comportamento em plantio comercial. Estão sendo experimentadas de 10 a 15 espécies, como é o caso da babosa.(C.C.)

mockup