A baixa adesão de produtores também é uma preocupação do sindicato patronal de Maringá. O número de associados é o mesmo que o de Londrina, 350 produtores. ‘‘Se levarmos em conta a área agrícola e o número de propriedades, deveríamos atender muito mais gente. E estamos preparados para isso’’, diz o presidente José Antonio Borghi.
  Borghi credita ao desconhecimento da real função do sindicato como uma das razões para o pequeno número de associados. ‘‘Nossa função é defender os direitos do produtor. A cobrança de taxas auxilia na manutenção dos serviços’’, explica. A entidade aposta nas ações em defesa do produtor como forma de convencimento.
  Entre as ações o presidente destaca a parceria com os órgãos ambientais da cidade, como Ministério Público, Força Verde, IAP, na conscientização dos produtores para a criação das áreas de reserva legal e mata ciliar. ‘‘Vamos juntos informar sobre a legislação e só depois virão as fiscalizações.’’
  Em Cornélio Procópio, o sindicato conta com quase 500 associados. Para o presidente Florindo José Leite Ribeiro, o tamanho do município facilita o contato com os produtores. ‘‘Estamos mais próximos de nossos associados e a prestação de serviços é muito bem aproveitada por eles’’, diz referindo-se a procedimentos como folhas de pagamento, escrita rural, questões trabalhistas, além da oferta de cursos de capacitação.

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