Manejo dos parreirais exige atenção constante
Poda, aplicação de calda para incentivar a formação dos brotos, raleamento dos cachos para que as uvas fiquem grandes e bonitas. Tudo isso sem esquecer da aplicação de fungicidas e adubos necessários ao desenvolvimento das plantas. ''O manejo do parreiral não pode esperar. Perda de tempo provoca prejuízos'', garante a produtora Silvia Gozzo Rabelo, 35 anos. Juntamente com o marido Alaor Aparecido Rabelo, 39 anos, ela divide o serviço e os lucro da plantação de parreiras.
O casal Rabelo está há três anos na atividade. Eles foram treinados e viraram sócios do produtor Milton Bejatto. Hoje, após entenderem tudo da atividade reclamam que falta mão-de-obra qualificada para atuar no ramo.
Além do manejo comuns aos parreirais, a produção escalonada adotada na propriedade exige planejamento. O desenvolvimento das três variedades de uvas cultivadas na propriedade, estão em estágios diferentes. ''Tem parreira sendo podada, outra em brotação e mais uma em colheita'', explica. ''Não falta serviço'', completa Rabelo
A adoção da tela sobrite, há três anos, na propriedade diminuiu as perdas e melhorou a qualidade dos cachos, afirma a esposa de Bejatto, Maria Bejatto, 44 anos. A tela diminui a incidência de sol e vento, além de proteger as plantas da chuva de granizo e de animais que poderiam causar danos à lavoura. (J.W.)





