Na Argentina, segundo Hernán Mora, gerente de biotecnologia da estação da Monsanto em Pergamino, a semente de milho produzida pela multinancional lidera a preferência dos agricultores – 57% da área plantada. A tecnologia de resistência a insetos praga (Bt) é a mais utilizada. Além da cultivar da Monsanto, o país conta com outras três opções, duas de Syngenta e uma da Pioneer/Dow.
  Já para o milho RR são dois os tipos oferecidos, um da Monsanto e um da Syngenta. A opção pela semente RR é de 5% da área cultivada, mas, segundo Mora, tem aos poucos conquistado mais adeptos. Na principal região de cultivo do milho, batizada como ‘‘corn belt’’ (reponsável por praticamente 50% da área plantada), localizada próximo a Buenos Aires, o milho RR possibilitou 3% de aumento no rendimento da lavoura. A cultivar que facilita o controle de ervas daninhas foi, segundo ele, também altamente aceita nas regiões que circundam o cinturão do milho, especialmente nas áreas onde o cultivo substituiu a pastagem, ‘‘áreas de muito mato’’, resume o gerente da multinacional. (C.G.)

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