Maringá - Em apenas cinco leilões realizados até agora na Exposição Feira Agropecuária de Maringá (Expoingá), que termina amanhã, foram comercializados mais de R$ 1,1 milhão. Segundo os organizadores da exposição, os resultados com a venda de animais já representam mais da metade do total obtido no ano passado.
Para hoje estão marcados os leilões das raças guzerá e charolês e um de avestruzes. É a primeira vez que a Expoingá agenda a comercialização da raça guzerá e abre espaço para a venda de avestruzes.
Neste domingo, a partir das 16 horas, será realizado o último leilão da Expoingá, com oferta de gado geral totalizando 1.700 animais. Ainda ontem havia uma grande expectativa dos criadores em bater recordes no leilão da raça nelore.
Segundo o presidente da Comissão de Pecuária, da Sociedade Rural de Maringá, Otávio Dias Chaves Júnior ‘‘Cambarᒒ, desde o ano passado, a Expoingá tornou-se um ‘‘importante centro de leilões. É o resultado do trabalho realizado nos últimos dois anos pela diretoria, que visitou outras feiras, e do empenho dos criadores em incrementar a agenda de negócios da feira’’, diz Cambará.
O presidente da comissão afirma que o sucesso da última Expoingá, a qualidade dos animais e o aumento do número de raças e de expositores também contribuíram para o fortalecimento dos negócios. Cambará diz ainda que o período atual é de reposição do rebanho para engorda o que representa um maior número de interessados nos leilões. ‘‘Além disso tudo, estamos em uma fase boa da pecuária, cuja qualidade do rebanho, zona livre de aftosa e maior número de exportações, aumentam o interesse dos criadores’’, completa Cambará.
Segundo ele, a Sociedade Rural de Maringá também ampliou o intercâmbio e abriu espaço para outros núcleos de criadores dentro do parque de exposições. Este ano foram inaugurados os núcleos de nelore, caracu e o de cavalos. ‘‘Estes espaços propiciam melhores condições para o trabalho de organização dos criadores’’, avalia o presidente da comissão de pecuária.

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