Leilões deverão render R$ 2 milhões
A tradição de reunir animais de alta linhagem e a expectativa de grande procura pelo gado de corte já movimentam os leilões realizados desde quarta-feira na Expoingá. O presidente da Sociedade Rural de Maringá, Néri Fabre, garante que os criadores estão otimistas com a valorização da carne brasileira no exterior. A procura pela carne nacional tende a ser ainda maior com os problemas verificados nos países vizinhos, afirma.
A expectativa dos organizadores é de uma comercialização de R$ 2 milhões. Todas as negociações entre pecuaristas contarão com finaciamento do Banco do Brasil, desde que os interessados estejam devidamente cadastrados, com prazos de um ano para pagar a compra de animais para engorda; dois anos para amortizar a compra de garrotes e três anos para a compra de vacas destinadas à reprodução.
Os leilões, que começaram com a oferta de 800 animais de cruzamento industrial, prosseguem hoje com o 18º leilão de reprodutores, matrizes e prenhezes da raça simental, a partir das 14 horas. Os criadores sabem que Maringá tem tradição em simental e as vendas atraem pecuaristas de todo País, garante Fabre.
Ainda hoje, às 20 horas, leilão de reprodutores e matrizes blonde daquitaine e no restaurante central, no mesmo horário, leilão de paint horse do Haras Rancho dos Ipês. Amanhã, às 16 horas, e na quarta-feira, 19 horas, leilão de gado de corte. Na sexta-feira, dia 18 de maio, 20 horas, nelore e nelore mocho. Sábado, 14 horas, leilão Sul Brasil de charolês. No mesmo dia, nos pavihões de exposição de cada raça, leilões de suínos e ovinos, às 15 e 16 horas. O pardo suíço corte vai a leilão também no sábado, às 17 horas. Bovinos limousin também serão ofertados em remate a partir das 20 horas e equinos mangalarga, às 21h30. No domingo, 20 de maio, último dia de feira, leilão de gado de corte encerra a programação às 16 horas.(Marcos Zanatta, de Maringá).





