Entre os estudos e pesquisas realizados na Faculdade de Veterinária e Zootecnia de Botucatu (SP) com grupos genéticos de animais de várias raças para produção de carne, nos mais diversos sistemas de produção, um dos destaques, segundo o professor André Jorge, tem sido a área que trata do melhoramento dos bubalinos, iniciado para atender a grande demanda por informações sobre a criação, manejo alimentar e sanitário, entre outros itens na produção de búfalos.
Segundo André Jorge, hoje se pode encontrar a criação de búfalos em praticamente todos os Estados brasileiros. A maior concentração ainda está no Norte do País, região que funcionou como uma espécie de porta de entrada para os bubalinos no Brasil, provenientes do continente asiático. ‘‘O Paraná também possui um plantel de qualidade,’’ afirma o professor.
O rebanho brasileiro de búfalos, de acordo com o professor, não ultrapassa os três milhões de cabeças, ‘‘mas a criação tem crescido substancialmente. É um animal de bons resultados de produção (pode ser explorado paa carne e leite), mas ainda é necessário fazer uma melhor seleção genética.’’ Em condições de pasto, o búfalo, garante o professor, chega a ter índices zootécnicos médios muitas vezes superiores aos dos bovinos.

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