Pequenos produtores em contato direto com pequenos produtores. A característica que talvez seja a principal vantagem do Rali da Diversificação mostra que o interesse dos participantes é imediato. Os questionamentos são esclarecidos imediatamente, tanto pelos agricultores e criadores quanto pelos técnicos da Emater.
A produtora de leite Jaqueline Thomaz da Silva, 26 anos, moradora da Vila Rural Esperança, participou do rali pela segunda vez. Além de trabalhar com o cultivo de café, ela acredita que o melhor investimento é a pecuária de leite. ''Mesmo com duas ou três cabeças seria bom porque o leite tem mercado para todos'', comenta.
Já a disposição que Casturina Serafim do Espírito Santo, 28, demonstra quando o assunto é diversificação é uma mostra dos resultados positivos do rali. Ela também trabalha com pecuária de leite e tem se dedicado ainda ao artesanato com bambu e fibra de bananeira. ''É uma boa forma de complementação da renda'', garante.
Givanildo Barbosa Gomes, 46, é uma exceção entre os integrantes da caravana. Professor do Ensino Fundamental, ele não lida diretamente com a terra. Nem por isso deixa de reconhecer a importância da iniciativa que visa manter os produtores, principalmente os mais jovens, no campo. ''Muitos desanimam e pensam em ir para a cidade. Com o meu trabalho, acho que posso ajudar no incentivo para que fiquem em Nova Tebas'', afirma.

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