As indústrias de amido de mandioca de Nova Londrina (110 km ao norte de Paranavaí) e Marechal Cândido Rondon (90 km a oeste de Cascavel) promovem, no mês de maio, dois seminários regionais da cultura. Os encontros têm por objetivo estabelecer um elo entre a indústria e o produtor de mandioca, visando a assinatura de contratos de fornecimento de raiz, a partir do estabelecimento de um preço mínimo para a tonelada do produto.
O evento de Nova Londrina ocorre do dia 6, no CTG Três Fronteiras, com as palestras ''Mercado Nacional e Mundial de Amido'', proferida pelo Presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Amido de Mandioca (Abam) e Presidente da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva da Mandioca e Derivados, João Eduardo Pasquini; ''A Importância da Produtividade nas Lavouras de Mandioca'', com o pesquisador do Instituto Agronômico do Paraná (Iapar), Mário Takahashi e ''Despertando a Visão Empreendedora do Homem do Campo'', apresentada pelo consultor de empresas, Eliseu Felipe Hoffmann.
No dia 20, será a vez de Marechal Cândido Rondon reunir os produtores para mais uma etapa dos seminários, no Parque de Exposições. Nesse evento também será abordado o tema ''Modernização do Sistema Produtivo da Mandioca'', pelo engenheiro agrônomo, Gerente do Projeto Mandioca do Grupo Italmagnésio, da Bahia, José Osmar Lorenzi.
Os eventos contam com apoio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento; do Governo do Estado do Paraná; da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep); do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar); da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab); do Programa Paraná 12 Meses; da Empresa Paranaense de Classificação de Produtos (Claspar); da Empresa Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater); do Programa Paraná 12 Meses; do Sindicato das Indústrias de Mandioca do Paraná; e da Abam.

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