Indústrias correm atrás do prejuízo
No Paraná existem 1.321 armazéns convencionais com capacidade para 4 milhões 460 mil toneladas e 1.317 armazéns a granel com capacidade de 14 mil e 400 t. A capacidade total é de 18 milhões 861 mil t e a produção é de 29 mil e 43 mil t, gerando um déficit em torno de 10 mil e 100 t.
Essa defasagem, no entanto, começa a ''ficar para trás'', garante Jorge Argemiro Dias, superintendente regional da Conab em Curitiba. Segundo ele, as plantas de indústrias de silos estão trabalhando a todo vapor para produzirem equipamentos destinados a abrigar de seis a oito milhões de t/ano; isso corresponde ao crescimento previsto para a safra agrícola nos próximos oito a 10 anos, o que ficou no vácuo não volta mais.
Há previsão de um crescimento no Brasil nos próximos 10 anos de 60 mil toneladas na produção de grãos. Resta saber o que irá acontecer com outros produtos que também precisam ser armazenados e dependem dos armazéns convencionais, já que a indústria, de maneira geral, está voltada a abastecer o déficit graneleiro. (C.B.)





