GIRO
Balança digital indicada para fazendas
A Toledo do Brasil está lançando uma balança rodoviária com capacidade para pesar os caminhões maiores tipo rodo-trem (esses veículos podem ter comprimento mínimo de 24 metros e máximo de 30 metros, desde a entrada em vigor da Portaria 19 do Denatran de 19/3/2003). A nova balança apresenta também as exclusivas células de carga digitais MTX, de última geração, responsáveis pela alta precisão nas pesagens. É indicada para pesagem em fazendas, armazéns e indústrias processadoras de grãos, misturadoras de fertilizantes, portos e ferrovias. É um equipamento de fácil manuseio e projetado para dar agilidade na pesagem de caminhões grandes. Como suas opções de plataforma variam de 25 a 30 metros de comprimento, a balança pesa os novos caminhões de uma só vez. Em balanças antigas, com plataformas de até 18 metros de comprimento, era necessário pesar em duas etapas (cavalo mecânico e reboque na primeira etapa, e segundo reboque na segunda etapa). Isso resultava num processo mais demorado, com freqüentes filas de espera e com maior incidência de erros. A nova balança agiliza o sistema de pesagem e evita erros causados por pesagem em duas etapas, explica Paulo Haegler, gerente nacional de vendas para o mercado industrial da Toledo.
Finalmente governo se mexe diante da crise do café
O Ministério da Agricultura, em conjunto com representantes dos produtores, acaba de criar um grupo de trabalho sobre a sustentação da economia do setor cafeeiro brasileiro. O objetivo é evitar o desemprego e a erradicação de cerca de 800 mil ha de plantação de café, devido a atual crise.
Os representantes do setor entregaram ao ministério um documento com análise do segmento apontando questões emergenciais e ações para as próximas safras. Entre as propostas estão o fortalecimento da estrutura produtiva primária e industrial do Brasil, revisão da estrutura operacional do Conselho Deliberativo da Política do Café (CDPC) e do Funcafé. O grupo propõe ainda a expansão da exportação dos Cafés do Brasil, com foco em produtos de maior valor agregado, e também o fortalecimento do mercado interno.
Revista mostra transformação da região
A revista dos 40 anos da Cooperativa Corol, de Rolândia, lançada dias atrás, é um documento sobre a transformação da agricultura regional. Na capa, um mosaico de fotos mostra algumas das atividades desenvolvidas pela cooperativa que são, também, as principais atividades econômicas da área de atuação.
A revista mostra a trajetória da Corol, da fundação à expansão da área, passa pela introdução de agroindústrias, participação dos cooperados, capacitação dos funcionários. Com tiragem de 7 mil exemplares, a revista está sendo distribuída para os associados e parceiros comerciais. O texto e a edição são do jornalista Edinelson Alves (assessor de imprensa da Corol) e o projeto gráfico é da Vila Br Criação.
Controle das vacinas anti-rábicas é ampliado
As vacinas contra raiva dos herbívoros estão recebendo atenção especial do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Uma instrução normativa publicada no início da semana incluiu o produto no programa de selagem. O objetivo, segundo o Ministério, é de ampliar o controle de origem e qualidade das vacinas veterinárias. Agora, toda a produção de vacinas de raiva está sendo enviada à Central de Selagem (Vinhedo/SP), órgão criado em parceria entre o Mapa e o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan). Emílio Carlos Salani, presidente do Conselho de Administração do Sindan, confia que a medida trará benefícios ao controle da raiva. Para ele, será o diferencial de garantia da vacina, evitando risco de falsificação e ainda viabilizando a rastreabilidade dos medicamentos.
Regulagem de máquinas no Senar
Começa na próxima segunda-feira, às 8 horas, e vai até o dia 5 de dezembro, mais um curso sobre regulagem e manutenção de colheitadeiras. O curso, de 80 horas, pertence ao calendário de cursos do Senar-PR e será ministrado o Centro de Treinamento (CTA) da Faep, em Ibiporã. Revendas de tratores da região são parceiras do Senar e oferecem os equipamentos. O objetivo é que no final do curso, os alunos - agricultores, filhos de agricultores e empregados de sítios ou fazendas - tenham conhecimento suficiente para evitar desperdícios nos plantios e colheitas de grãos. O aprendizado também deve resultar em economia de combustíveis e na manutenção dos equipamentos.





