GIRO
Recomendações
sobre trigo tem
novidade em 2003
Ainda há exemplares da publicação sobre trigo nesta safra - ''Informações Técnicas para as Culturas do Trigo e Triticale no Paraná'', do Instituto Agronômico do Paraná (IAPAR). Há alterações com relação recomendações de cultivares e manejo. Preço R$ 5,00. Para comprar: (43) 3376-2373 e 3376-2116.
A Associação Cultural e Esportiva de Uraí (Aceu) está organizando a 50 Exposição Agrícola e Industrial de Uraí, nos dias 7 e 8 de junho, na sede da Associação. A cerimônia de abertura será às 10 horas de sábado, dia 7, com a presença de autoridades.
Livro aborda
diagnóstico da
fertilidade do solo
Oito professores da Universidade Federal do Paraná (UFPR) estão lançando a publicação Diagnóstico da Fertilidade e Manejo dos Solos Agrícolas, que reúne informações a serem utilizadas por técnicos agrícolas, agrônomos, engenheiros florestais, zootecnistas. O livro é o resultado do Projeto de Extensão Universitária Solo Planta, conduzido no Setor de Ciências Agrárias da UFPR. O livro tem 143 páginas e custa R$ 5,00. Informações no site da Universidade: www.ufpr.br.
Micotoxinas
contaminam 25%
da produção de grãos
Uma em cada quatro toneladas de grãos produzidas no mundo estão contaminadas por fungos e micotoxinas. A afirmação é do professor canadense Trevor Smith, outro dos palestrantes do Simpósio da Indústria da Alimentação, que aconteceu esta semana nos EUA. Ele aponta a aflatoxina como o principal inimigo dos grãos. Mas não se trata de combater apenas uma micotoxina. De acordo com Smtih há dezenas delas e um número indeterminado de agentes que ainda não se conhece. O professor apontou ainda os prejuízos causados pela presença dessas toxinas: diminuição da qualidade das rações animais, menor eficiência de aves, suínos e bovinos e, consequentemente, menor segurança alimentar. A solução para isso é o uso de adsorventes naturais que ajudam a combater a presença das micotoxinas, eliminando-as dos grãos a serem utilizados na alimentação dos animais.
Alfafa transgênica
contra febre bovina
Pesquisadores da Universidade de Guelph, no Canadá, estão desenvolvendo uma alfafa geneticamente melhorada que produza antígenos contra a bactéria Pasteurella haemolytica, causadora da febre bovina. A P. haemolytica vive naturalmente nas amígdalas e nas narinas do boi. A doença manifesta-se durante o transporte do gado, quando seu sistema imunológico se enfraquece. A bactéria ataca o sistema respiratório e pode ser fatal. No Canadá, a febre bovina custa cerca de US$ 1 bilhão por ano aos pecuaristas. A alfafa transgênica seria uma maneira de vacinar o gado pela rota de entrada natural da doença.
Mais alimentos,.
menos Doenças
Em alguns anos as pessoas terão a opção de mapear o seu genoma, podendo saber probabilidade de doenças ou características físicas de gerações futuras. A informação é da pesquisadora escocesa Inge Russel, durante o 19º Simpósio Internacional de Alimentação, promovido pela Alltech, empresa de produtos naturais para alimentação e saúde, com fábrica no Brasil. O evento aconteceu esta semana nos EUA e reuniu pessoas de vários países, inclusive do Brasil. A Alltech trabalha com produtos naturais, por meio da biotecnologia, ciência que segundo o presidente da empresa, Pearse Lyons, já permitiu uma revolução na agropecuária: vacas com 20% a mais leite, suínos resistentes a doenças, frangos mais pesados, ovos enriquecidos e bovinos que ganham peso mais cedo.
Os ganhos em produtividade e a proteção contra doenças é possível com o uso de insumos na alimentação dos animais como enzimas, leveduras e minerais orgânicos.
UEL abre vagas
para mestrado
em Biotecnologia
Estão abertas até o próximo dia 30, no Departamento de Bioquímica do Centro de Ciências Exatas da UEL, as inscrições para o mestrado em Biotecnologia. Segundo a professora Maria Célia Hauly serão apenas sete vagas e podem se inscrever graduados das áreas de Farmácia e Bioquímica, Ciências Biológicas, Biomedicina, Química, Agronomia, Engenharia de Alimentos, Medicina, Veterinária, Zootecnia e áreas correlatas. As aulas terão início no segundo semestre. Mais informações na Secretaria de Pós-Graduação do CCE, pelo fone (43) 3371-4711 ou e-mail [email protected]. Consultar também www.uel.br/cce/bioquimica.
Árvore melhorada
para baratear papel
Nos Estados Unidos, também na onda de desenvolvimento de produtos transgênicos, pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte, estão trabalhando numa árvore geneticamente melhorada, com níveis elevados de celulose e com um teor de lignina inferior cerca de 50%. O objetivo é aumentar a produtividade e diminuir os custos da indústria de papel e celulose. A árvore é da espécie Populus tremula e tem modificações em dois genes relacionados à produção de lignina, substância que deve ser separada da celulose para a fabricação do papel. Estima-se que a indústria madeireira gaste em torno de US$ 6 bilhões por ano para a produção de papel, sendo que a maior parte deste valor é consumido na separação da celulose. Os estudos mostram que, além de garantir maior produção de celulose, a nova variedade de árvore cresce mais rapidamente. Os pesquisadores garantem que testes de campo realizados na França e no Reino Unido durante quatro anos mostraram que a árvore transgênica não causa nenhum tipo de impacto ambiental.





