GIRO
IAC tem banana resistentes à Sigatoka amarela
Houve exagero na divulgação. De fato as doenças sigatoka negra e sigatoka amarela não têm controle e ameaçam a banana no mundo inteiro. No entanto, o Brasil já tem variedades resistentes que vêm sendo estudadas pelos pesquisadores Walter José Siqueira e Luiz Alberto Saes, do Instituto Agronômico de Campinas (IAC), na Estação Experimental de Pariquera-Açu. As variedades resistentes de Nanicão, que tem maior importância comercial. Mas a introdução da resistência é promissora também na banana-maçã. A pesquisa ainda conseguiu uma vantagem adicional: no caso da Nanicão, as variedades resistentes também apresentam maior teor de vitamina C.
Os pesquisadores informaram à Folha Rural esta semana que o processo de melhoramento usou modelos convencionais com micropropagação in vitro. Os estudos vêm sendo feitos desde 1995. A mutação ocorre durante a fase de cultura de tecidos. Da Biofábrica as mudas foram testadas a campo no Vale do Ribeira. Também a Embrapa está pesquisando controle e resistência genética. E tem respostas. Para mais informações basta acessar o site do IAC: www.iac.br ou pelo telefone (13) 6856-1656. Ou ainda (19) 3241-5188 ramal:371. Na Embrapa Recursos Genéticos o endereço é www.embrapa.br (61) 448-4769, Manuel Souza.
''As indústrias são
o maior inimigo
do milho''
A crítica surgiu de um técnico ponderado e experiente. Eugênio Stefanello, que ocupou cargos importantes na antiga CFP e Conab. E foi secretário da Agricultura do Paraná. ''As indústrias tratam os agricultores mais como inimigos do que como parceiros''. E esse tratamento, de inimigo, gera redução da área de plantio, provocando crises no abastecimento. Acusação foi feita ao analisar problemas do abastecimento, em entrevista à Agência Meios. Stefanello entende que as indústrias são as responsáveis pela crise do milho.
(FR 2i 25
Suinocultores
têm medo dos
transgênicos
Se tiver de importar milho, a suinocultura vai enfrentar, além do preço alto, outro problema: o produto estrangeiro possivelmente será transgênico. Do jeito que o mercado internacional de carne suína está exigente e concorrido, qualquer suspeita será motivo para suspensão de contrato.
Lagoa da Serra
exporta sêmen
para o Paraguai
A Lagoa da Serra, empresa de genética bovina, com vendas anuais de 1,65 milhão de doses, tem fortalecido sua posição nos países vizinhos e fechou contrato de exportação de sêmen com o Paraguai. De acordo com Maurício Lima, gerente de marketing, serão enviadas de nelore (padrão e mocho), red angus, red brangus, brangus, braford, montana, pardo-suíço corte e holandês, atendendo a todos os requisitos sanitários estabelecidos pelo protocolo Mercosul. Outro objetivo da empresa é implantar o Programa de Avaliação e Identificação de Novos Touros (Paint) num acordo de cooperação técnica com criadores paraguaios.
Londrina terá
concurso de
marcha de muares
A Sociedade Rural do Paraná realizará o Concurso de Marcha de Muares, durante a 43 Exposição Agropecuária e Industrial de Londrina, que acontece de 3 a 13 de abril. Os organizadores esperam reunir 100 animais para as provas. Segundo Fernando Quagliato, da comissão organizadora e diretor da rural as provas serão realizadas nos dias 12 e 13 em três categorias: adulto, dente-de-leite e, pela primeira vez no Brasil, prova de marcha trotada. Nelas serão avaliadas características dos animais como resistência, comodidade, estilo e regularidade da marcha, entre outros itens. As inscrições para o concurso podem ser feitas na Sociedade Rural, até o dia 31 de março, pelo fone (43) 3328-2000.
Evento técnico fará
'radiografia' das
máquinas de PD
A Área de Engenharia Agrícola do Iapar, a Itaipu Binacional e a prefeitura de Guaíra programaram para os dias de 27 e 28 de junho, a 1 Avaliação e Dinâmica de Semeadoras em Sistema de Plantio Direto (PD). Será feita demonstração de 20 modelos de um total de 70 que foram avaliados nos últimos anos pelos pesquisadores do Iapar, cujos resultados também serão apresentados na oportunidade. Pela primeira vez no Brasil, garante Ruy Casão, pesquisador do Iapar, uma exposição dinâmica inclui a avaliação dos equipamentos, estimulando perguntas e questionamentos, e principalmente didática sobre o emprego dessas máquinas. Os pesquisadores vão comentar características, virtudes e defeitos das máquinas, na presença de representantes das fábricas e de agricultores.





