Em regiões que apresentam deficiência hídrica, os especialistas recomendam uma redução de 50% no número de plantas. ''A longevidade do período de liberação de pólen no milho é mais curta, o que reduz o número de espigas'', esclarece Paulo Silva, salientando que a competição por água e nutrientes pode resultar em doenças como a podridão da raiz. O mau empalhamento das espigas também pode implicar em grãos ardidos.
A regra geral para o produtor de milho é decidir a densidade após definida a época de semeadura. Na região Sul do País, por exemplo, o plantio precoce, que ocorre nos meses de agosto e setembro, pede maior densidade, já que o final de inverno disponibiliza pouca luz, implicando em menor crescimento das plantas. Já no plantio tardio, de novembro a dezembro, espaçamento e densidade devem ser maiores para amenizar os efeitos da radiação solar intensa. (R.L.)

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