No Brasil, o cultivo da amora iniciou-se em 1972 no estado do Rio Grande do Sul, com plantas oriundas do Estados Unidos. A partir de sua implantação no estado, vem sendo cultivada em Santa Catarina, São Paulo, Paraná e Minas Gerais, com destaque para o estado introdutor da cultura, sendo o maior produtor nacional, com aproximadamente 700 toneladas/ano.
  As amoras além de consumidos ao natural, podem ser comercializados para fabricação de doces, geléias, conservas, sucos, fermentos, polpas, sorvetes, iorgutes, tortas, bolos, etc. Informações mais recentes de pesquisas têm demonstrado um maior potencial da utilização da amora-preta como um corante artificial de excelente qualidade, seja para qualquer finalidade.
  Outra grande descoberta da utilização da amora-preta que vem expandindo, seria seu uso para fins medicinais, como uma planta anti-cancerígena, pela ação do ácido elágico, e também no combate a osteoporose, devido sua concentração elevada de cálcio (46 mg/100g fruto). Outra utilização crescente, é como tônico muscular para utilização durante práticas desportivas, devido ao alto teor de potássio encontrado no fruto (245 mg/100g fruto).
  Uma pesquisa desenvolvida pela Universidade de São Paulo (USP) mostra que o que dá tom avermelhado de frutas como a amora é a antocianina. Os estudos mostram que dietas ricas dessa substância podem prevenir doenças graves, como os males do coração e até o câncer. A amora foi a fruta que apresentou a maior concentração de antocianina. A pesquisa da USP mostra ainda que a amora tem poderes antiinflamatórios. (www.todafruta.com.br)

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