Família apostou na exportação
Ligada à agricultura, a família Vanzella iniciou os trabalhos do curtume ainda no início da década de 1990, com a produção terceirizada de 700 couros por mês. Hoje já produz, entre as duas unidades fabris, 5 mil couros diários. A idéia de investir na produção de couro partiu do pai e do tio do empresário Edson Souza, que queriam criar uma empresa na qual os filhos pudessem trabalhar juntos.
Os patriarcas ainda continuam tocando cerca de 200 alqueires de grãos em Rolândia, enquanto os filhos, representados por Souza e um irmão e outros dois primos, respondem pela administração dos curtumes. Em 1994, conta o empresário, a família quase desistiu do negócio porque não encontrava mercado para comercializar a produção.
Foi então que buscamos a exportação. No começo foi difícil, afinal não é todo mundo que consegue se firmar internacionalmente, mas conseguimos nos recuperar, recorda o empresário. Segundo ele, além das unidades de Rolândia e Sinop, a família pretende construir, em breve, uma nova filial do curtume em Rondônia. O terreno já está comprado. Vislumbramos um mercado em potencial como ocorreu em Sinop, onde houve crescimento do rebanho, mas sem curtume para absorver a matéria-prima. (M.G.)





