Falta tecnologia
O produtor Fernando Yokozawa Filho reclama da falta de informações para a fruticultura. ''É uma atividade de pouca expressão fora de pólos como no Nordeste do País. Não há defensivos registrados e a pesquisa é muito tímida''. A receita de sucesso, segundo ele, é usar ''bom senso e andar no meio da roça. É preciso saber fazer'', resume.
Nos 22 ha destinados à fruticultura, ele planta oito variedades de pêssegos, quatro de nectarina e duas de goiaba. A ampliação da área plantada é fruto de muitos ajustes e ''cabeçadas''.
No cultivo do pêssego são usados sistemas de plantio convencional e adensado. A observação no desenvolvimento das plantas, por exemplo, ajudou na implantação do sistema adensado. ''Escolhemos cultivares menos vigorosas, o que permitiu dobrar a quantidade de árvores por ha (de 400 para 800)''.
Yokozawa conta que um dos sócios, Luiz Silvestre, possui uma empresa de defensivos, o que facilita o acesso rápido às novidades agrícolas, bem como mais economia na aquisição de produtos. ''O que economizamos na compra é revertido em mais ações em favor da terra'', garante. (C.G.)





