A 13 Exposição Agropecuária, Industrial e Comercial da Região de Cornélio Procópio - Expocop 2010, está sendo organizada para se tornar referência na área de tecnologia, servindo como uma vitrine de todo trabalho desenvolvido durante o ano com os produtores da região. A feira agrícola começa na próxima quarta feira (1) e vai até o dia 7 de setembro, no Parque de Exposições Arthur Höffig, em Cornélio Procópio.
Segundo José Roberto Höfig Ramos, presidente da Sociedade Rural da Região de Cornélio Procópio (SRRCP), a diretoria está empenhada em tornar a Expocop 2010 uma amostra do que será os trabalhos da entidade daqui para frente, mais dinâmica e participativa. ''A Expocop 2010 será um exemplo do que queremos para a SRRCP, uma entidade voltada para a transferência de tecnologias'', afirma. Nos objetivos, estão a transformação da entidade em promotora no desenvolvimento de pesquisas agropecuárias. A ideia é que a entidade funcione como um ''laboratório'' parceiro da Emater, Embrapa e Secretaria de Estado de Agricultura e Abastecimento (Seab), além do próprio Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
O trabalho começa com o 1º Show Tecnológico Rural do Norte do Paraná e o 1º Fórum de Tecnogenética, que se realizam durante a Expocop 2010 (Leia as matérias nesta edição especial da Folha Rural). As duas iniciativas são pioneiras no Estado e, para isto, a SRRCP fechou parcerias com Seab, Emater, Associação dos Engenheiros Agrônomos de Cornélio Procópio, GeraEmbryo e Núcleo de Veterinários de Cornélio Procópio. Os dois eventos têm objetivo de difundir a tecnologia para produção, transformação e comercialização de produtos agropecuários, focando o aumento da produtividade, melhoria da qualidade dos produtos e a rentabilidade e sustentabilidade do produtor.
A organização foi profissionalizada, com a contratação de uma empresa para assessorar o redesenho da feira, com uma nova distribuição dos espaços comerciais, projetos de cotas de patrocínio e todos os detalhes técnicos como a contratação de fornecedores para que o evento seja um grande sucesso. No total, 95% da área disponível para comercialização já foram vendidos. ''Estamos otimistas com o volume de negócios a serem realizados aqui, durante a feira. Acreditamos que vamos ter boas surpresas'', avalia o presidente.
No setor de animais, o clima também é de otimismo e espera-se um crescimento de, pelo menos, 30% sobre o volume de vendas da edição passada. ''No ano passado, enfrentamos problemas como a Gripe A e o preço da arroba do boi, que estava muito baixo. Este ano, a gripe já não é um problema e a arroba está firme e subindo'', diz o diretor de Feiras e Exposições, Marinho Ribeiro. A expectativa de comercialização para os sete leilões programados chega a R$ 1,5 milhão. No total, serão dois leilões de gado de produção e cinco para cria, recria e engorda.

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