Estrutura na Ceasa facilita a venda
O sistema de comercialização é um dos pontos altos do projeto do polo florícola. O centro de vendas será instalado na Ceasa de Londrina, em que há infraestrutura e facilidade de acesso, e onde já existe a dinâmica de compra e venda de hortifrutigranjeiros, flores e plantas ornamentais. Segundo Elza Correa, a estrutura facilitará o desenvolvimento da atividade porque vai diminuir custos dos produtores e evitar o gasto de tempo.
O projeto da RML leva em conta que pela unidade da Ceasa em Londrina passam diariamente em torno de 3.800 pessoas, movimentando mais de 165 mil toneladas de alimentos por ano e girando um montante de R$ 195 milhões. É um nicho de mercado também para o comércio florícola, argumenta Elza.
Outro ganho para o setor é a possibilidade de prolongar o tempo de comercialização e da vida útil das flores, que ficarão armazenadas adequadamente. De acordo com a coordenadora da RML essas condições também vão atender o mercado local e regional, com produtos de qualidade, preços competitivos e sem intermediação.
A estrutura da Ceasa terá 3 mil metros quadrados de área, divididos em três ambientes. O primeiro é uma estufa com mil metros para plantas que precisam de controle de sol, vento, chuva, temperatura e umidade, com telas termo-refletoras (aluminet) e plásticos. O segundo é um telado também com mil metros quadrados para plantas que necessitam de meia sombra, tela termo refletora.
O terceiro ambiente é um galpão com mil metros, coberto com telhas de zinco, para abrigar estruturas necessárias e acessórias (câmara fria, recepção, cozinha, sanitários, escritório e área para comércio). (R.C.)





