Espécies de ratos e doenças
Os roedores pertencem à classe dos mamíferos, porém da ordem Rodentia. Das espécies mais comuns, destacam-se: Rattus norvegicus (ratazana), que gosta dos lixões; Rattus rattus (rato preto ou rato-de-forro), que vive nos forros, pode fazer ninhos a grandes alturas, devido a sua habilidade para escalar; gosta das proximidades das áreas de portos, alimenta-se de legumes, frutas, cereais, raízes e pequenos insetos. O minúsculo camundongo tem nome científico pomposo: Mus musculus; habita o solo e partes superiores, constrói o ninho em móveis, despensas, gabinetes de cozinha e qualquer orifício onde possa se alojar. Possui habilidades para escalar e roer. Consome pão, queijo e outros alimentos do homem.
Entre as doenças que os roedores transmitem, uma das mais antigas que afligem a humanidade é a Peste (bubônica, pneumônica ou septicemia), transmitida através ds pulgas que parasitam os pelos daqueles animais. Na Idade Média essa peste matou milhões de pessoas na Europa e na Ásia. Ela foi transmitida pelo rato preto, daí ter sido conhecida por morte-negra
Outras doenças: murino, transmitida principalmente pela pulga do rato; febre da mordida do rato os ratos frequentemente mordem bebês, crianças pequenas e idosos confinados a suas camas; truisinose suínos comem as fezes ou cadáveres de ratos infectados e o homem se infecta ao comer carne de suínos; salmolenoses, ou envenamentos alimentares causam severas gastroenterites agudas. Os ratos de esgoto são especialmente responsáveis pela contaminação dos alimentos; sarnas e micoses os roedores disseminam mecanicamente os agentes causadores dessas ectoparasitas (fonte: Ambiental Serviçõs Especializados Ltda.)
A hantavirose surgiu no Brasil em 1993. Por ter características devastadoras, foi apelidada de Ebola brasileiro, porque pode causar a morte de uma pessoa em poucas horas, se não for tratada adequadamente. Segundo informacão da Ambiental, a transmissão do hantavírus ocorre quando o homem inala partículas de saliva ou excrementos infectados que, dessecados, misturam-se ao ar que respiramos. Este é o método mais comum de contaminação, porém pode-se infectar ao levar a mão à boca ou ao nariz, após ter tocado a carcaça de um animal infectado ou materiais contaminados, também através do contato direto da pele danificada e da conjuntiva com estes materiais e provavelmente pela ingestão de água ou alimentos contaminados.(J.O.).





