Energia espiritual dos alimentos
Energia espiritual dos alimentos
A produção de orgânicos ainda é vista como exploração de um nicho de mercado, mas conceito é mais amplo, segundo o veterinário Luiz Carlos Demattê Filho. Na sua opinião trata-se ''de uma verdadeira revolução agrícola para erigir uma nova sociedade mais equilibrada e mais justa''.
Uma das consequências da agricultura orgânica é o fortalecimento da agricultura familiar, fragilizada com a agricultura extensiva que expulsou o homem do campo para os centros urbanos promovendo o aumento da pobreza e da marginalidade.
As implicações ecológicas, sociais e de saúde do lavrador e do consumidor, estão inseridas no conceito de alimentação do século XXI, junto com outro aspecto mais subjetivo levantado por Demattê: o valor biolõgico ou espiritual do alimento. ''A maneira como o agricultor produz (vibra) o alimento interfere no padrão energético deste alimento'', afirma.
Além do valor nutritivo, de acordo com Demattê e outros estudiosos do assunto, o alimento também carrega em si uma energia espiritual fundamental para o homem. Esta energia é transmitida pelo solo puro sem contaminação por agrotóxicos para o alimento e deste para o corpo humano. ''O organismo ganha vitalidade com esta energia sutil'', explica Demattê.
Um solo pobre produz alimentos pobres em energia sutil. ''A baixa energia espiritual do alimento faz com que o homem fique decaído (sem vitalidade)'', diz o veterinário. (EP)





