Durante o BelaSafra, pelo menos uma dezena de empresas do setor de máquinas e equipamentos agrícolas e também concessionárias de automóveis puderam apresentar suas novidades aos produtores clientes da Belagrícola. Os representantes comerciais ficaram muito satisfeitos com os negócios realizados e justificaram os bons números graças ao "público seleto" que participou do evento.
O gerente comercial da Case, Gilmar da Silva, lembrou que no primeiro dia de BelaSafra já havia vendido dois tratores e uma colheitadeira. Ele comentou que a aposta da marca este ano são as máquinas de médio porte – com menos cavalos – para atender os produtores um pouco menores. "Faltava em nossa linha um trator de 225 cavalos, por exemplo, que agora foi lançado e está vendendo muito bem. Este dia de campo também é interessante para nós porque já vamos antecipando qual será a tendência das feiras maiores que virão", analisou ele.
Já o gerente de vendas da John Deere, Amauri Caetano, disse que os clientes do BelaSafra estavam em busca principalmente de colheitadeiras e pulverizadores. Ele salientou que os bons preços das commodities estão sendo fundamentais para fomentar o setor de maquinário. "Temos que aproveitar este momento da agricultura no País e fazer novos clientes", avaliou Caetano.
José Marcos Junior, gerente comercial da DHL – que assumiu a bandeira Valtra na região Norte do Estado e participou do evento em Cambé pela primeira vez –, disse que para a empresa o dia de campo foi sim o momento de vender produtos. "Participar do evento foi uma novidade, mas viemos com uma política de finalização de negócios. Sabemos que o produtor brasileiro está com bastante potencial."
Entre as concessionárias, as grandes vedetes para o público foram, claro, as caminhonetes. O assessor da diretoria da Toyopar, Abel Jabur, disse que no ano passado, em sua primeira participação no evento, a empresa vendeu oito caminhonetes da marca nos quatro dias de evento. "O público aqui é bem definido, o que é fantástico para a gente. O BelaSafra cada vez mais ganha representatividade."
Para o gerente de vendas da Mizumi Veículos, Samuel César Santos, a participação foi interessante para fomentar as vendas de janeiro, que geralmente são mais fracas. "No ano passado, em quatro dias vendemos seis carros. Além disso, levamos uma bela carteira de clientes para podermos trabalhar durante o ano." (V.L.)

Imagem ilustrativa da imagem Empresas de máquinas e concessionárias aprovam movimentação
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