Até 2014, a FMC pretende alcançar a marca de US$ 1 bilhão de faturamento no País. O volume é mais do que o dobro registrado em 2009, quando o faturamento da empresa somou US$ 415 milhões. E o dobro da previsão para este ano. Para alcançar esse objetivo, a empresa que segue entre as primeiras no segmento de cana-de-açúcar e de algodão, está intensificando agora as ações no setor de grãos, de olho principalmente na soja das grande propriedades da região conhecida como MaToPiBa (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia).
E as razões para esse investimento não são poucas. A produção de soja deste ano deve somar 68 milhões de toneladas e a oleaginosa tem sido a responsável pelo aumento no consumo total de defensivos. Os 23,2 milhões de hectares semeados com o grão receberam 530,1 mil toneladas de defensivos, segundo a FMC, elevando em 18% o volume consumido. ''A soja tem um papel importante para que a gente possa chegar a US$ 1 bi'', afirma Antonio Carlos Zem, diretor-presidente da FMC na América Latina. Segundo ele, atualmente a soja representa 30% do volume de negócios da empresa, mas a projeção é chegar aos 50%. Ao todo, o Brasil representa 38% do faturamente da empresa no mundo.
Conforme Zem, as previsões para o segmento de defensivos também são bastante positivas e deve chegar a um faturamento de US$ 9,3 bilhões no País até 2015. No ano passado foram US$ 6,6 bi e a expectativa para este ano é de US$ 7,4 bi. De olho nisso e para alcançar o US$ 1 bi de faturamento a empresa tem previsão para lançar 42 produtos, 25 deles para o segmento de soja. ''Estamos apostando em tecnologia''. (E.Z.)

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