No ano passado a Klabin investiu mais de R$ 1,2 milhão só nas atividades de pesquisa de produtos florestais não madeireiros. A empresa possui ainda um plano de saúde próprio, e mantém um ambulatório com uma completa equipe médica de 40 pessoas para atender os cerca de 3 mil funcionários diretos e indiretos, e familiares. A empresa cobre 60% do valor gasto com medicamentos. Os 40% restantes são pagos pelos funcionários descontados na folha de pagamento do mês seguinte. A gerente operacional disse que a empresa já chegou a cobrir toda a despesa mas os resultados não foram positivos. ''Os colocamos como nossos parceiros, aí o uso dos medicamentos também passou a ser racional. O órgão mais sensível do homem ainda é o bolso'', ilustra.
A experiência da Klabin está sendo partilhada com os demais moradores da cidade em parceria com a prefeitura do município. Em 2001, a empresa transferiu a estrutura do hospital que mantinha na empresa para o hospital da cidade. O know how dos fitoterápicos está sendo repassado para oito unidades básicas de saúde (UBS), dentro do Programa Saúde da Família. A Klabim espera ainda estender o projeto para outras 25 unidades que a empresa possui no País e mais duas na Argentina.
O projeto Monte Alegra possui ainda o apoio das universidades estaduais de Maringá (UEM) e Londrina (UEL) para o levantamento botânico. Além de contribuição do Instituto Agronômico do Paraná (Iapar).

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