O gerente de sanidade agrícola da Big Frango, de Rolândia, Rudmar Pereira, responsável pela área de frango de corte, matrizes e encubadorra da empresa,
não acredita na necessidade de vacinar as aves porque as doenças estão controladas. ''Se não há doença, não há motivo para vacinar'', declara.
Ele afirma que o controle da doença newcastle na indústria era feito desde 1989. ''Havia uma grande concentração de granjas na região, a maioria granjas caseiras, que ameaçavam as indústrias''. Desde 1996, a intensificação dos cuidados sanitários da indústria, deram a ''tranquilidade'' à empresa para suspender a vacinação das aves contra a doença.
''Fazemos o isolamento das granjas, a desinfecção do local, dos veículos que circulam dentro da empresa e não permitimos visitas na indústria. Se não há doença, não há motivo para vacinar'', justifica Pereira.
A empresa abate hoje 300 mil frangos por dia e exporta o produto para mais de 50 países. Para 2008, a meta é abater 350 mil frangos por dia. (M.O)

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