Emater participa do processo
Saulo Gaspar informa que os técnicos da Emater estão identificando as necessidades da região, através do cadastro silvicultor. ''A orientação é para que os produtores que possuam áreas degradas procurem a Emater'', informa Gaspar.
Pelos critérios do programa os produtores são orientados a demarcar a área de mata nativa colocando cercas nestes locais. Depois, os interessados recebem um ''coquetel'' com várias espécies de muda. ''A orientação é para que o plantio ocorra com espaçamento de 2 metros entre plantas por 3 metros entre linhas. Num hectare deve caber 1,6 mil mudas'', orienta.
Entre as espécie estão também algumas frutíferas que integram esses biomas, na região de Londrina por exemplo, mudas como as de pitanga, jabuticaba e gabiroma, integram o pacote das espécies. Ainda segundo a orientação do técnico do IAP, os produtores devem plantar por primeiro as árvores classificadas como pioneiras. ''São espécies nativas com rápido crescimento e que precisam de mais luminosidade, como o tucaneiro, capixingui, embaúba, gurucaia'', cita.
Depois virão as plantas classificadas como secundárias de cilco mais tardio, como a canafístula, cedro, angico, peito de pombo, e outras. As árvores pioneiras têm vida mais curta até 10 anos. ''Com a biodiversidade já recuperada, quando estas plantas estiverem morrendo, os pássaros já cuidaram do replantio de outras mudas'', explica. (C.G.)





