Em setembro, os primeiros produtos da bipartição
Mesmo de uso restrito, tecnologias como a transferência e a bipartição de embriões podem trazer bons resultados. O retorno do investimento depende do sistema de produção e do objetivo do pecuarista.
O pecuarista Alexandre Kireeff, de Londrina, adotou a tecnologia de transferência e bipartição de embriões no final do ano passado e espera para o mês de setembro o início dos nascimentos dos primeiros 20 produtos provenientes de embriões bipartidos.
O foco de Kireeff não é vender embriões, mas gerar novos campeões de ganho de peso aproveitando a genética que já tem na fazenda e mais tarde vender matrizes e reprodutores.
Ele acredita que a tecnologia tem um alto custo-benefício já que de uma fêmea de valor incalculável, por seu potencial genético, é possível fazer na média pelo menos 3 prenhezes num ano, enquanto que por meios naturais essa fêmea geraria apenas um filho. De uma coleta de 3 embriões feita na sua propriedade e depois bipartidos pelos técnicos foi possível conseguir 6 embriões que resultaram em 5 prenhezes.





