Em ritmo de dezembro
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sábado, 29 de novembro de 2003
Reportagem Local 
O mercado do milho já está vivendo o ritmo lento do período que se aproxima da virada do ano. Quase sempre os meses de dezembro e janeiro apresentam um mercado calmo. A redução da atividade industrial reflete nas compras.
Os vendedores não conseguiram manter o aquecimento da segunda quinzena de outubro, puxada pelas vendas externas. Novembro começou prometendo alta de preços, mas o que se viu, nesta semana, foi uma calmaria com redução no fluxo de oferta e ''corpo mole'' no lado das compras.
A Bolsa de Chicago até que fechou em alta, mas o mercado interno foi comandado por outros fatores, como a boa largada do plantio da safra de verão, que havia atrasado por causa da seca.
O mercado físico foi fraco. Segundo a Granoeste, de Cascavel, os produtores estão pouco interessados em efetuar vendas nos atuais preços e aguardam melhor oportunidade para se desfazer dos estoques. Os preços na terça e quarta-feiras giraram entre R$ 17,00 e R$ 17,50/saca no Oeste e até R$ 18,00 no Norte e Noroeste (preços de vendas em lotes).
Mas houve poucos negócios. No Porto de Paranaguá, indicações em torno de R$ 19,00.
Nas pequenas praças do interior, um preço ''pago ao produtor'' bem menor que o preço acenado no início do mês. Variou entre R$ 14,80 e R$ 15,20. Em Apucarana, centro de comércio de cereais, o preço máximo do milho não passou de R$ 15,00 (preço do Sima-Deral, no dia 26, quarta-feira). Houve casos exporádicos de preços altos também ao produtor. Em Jacarezinho, Santo Antônio da Platina e Londrina, o preço variou entre R$ 15,00 e R$ 17,00. Em Jacarezinho, na quarta-feira, os preços variaram entre R$ 15,30 e R$ 18,00, com valor intermediário de R$ 16,50.


