Cerca de 300 alqueires de soja foram atingidos pelo caracol numa área entre os municípios de Campo Mourão, Araruna e Peabiru. Desse total, 10 alqueires tiveram que ser totalmente destruídos e replantados em quatro propriedades. ‘‘Agora estamos testando inseticidas para ver quais são os mais eficientes’’, diz o gerente de assistência técnica da Coamo, o agrônomo Nei Cesconetto. Foi a primeira vez que a praga atacou a soja na região.
O ataque do caracol foi detectado há cerca de 20 dias e mobilizou a cooperativa, que chegou a buscar três pesquisadores da Embrapa para estudar o caso. ‘‘Fomos surpreendidos’’, diz Cesconetto. Os técnicos agora acompanham de perto a evolução da área atingida, principalmente, nos 10 alqueires replantados. O objetivo é checar a evolução da praga e a eficiência dos tratamentos aplicados. ‘‘Trata-se de uma praga que não é tradicional e que requer toda a atenção.’’ (Sid Sauer)

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