Dos campos de pesquisa para o agricultor
A Fundação Meridional estende suas ações pela região homônima à sua denominação. A descentralização, como destaca Ralf Dengler, gerente-executivo da fundação, permite atender a um grande número de agricultores espalhados pelos estados do Paraná, Santa Catarina, São Paulo e Mato Grosso do Sul.
A empresa instalou 30 locais de testes para soja e 21 locais de ensaios de trigo, onde são testados, a cada safra, milhares de progênies e linhagens para obtenção de novas cultivares. A pesquisa dá ênfase ao desenvolvimento de materiais adaptados às diversas condições de clima e solo das regiões produtoras, e com caracteríticas que atendam às necessidades de consumidores e mercado.
As ações da fundação são definidas por um Plano Anual de Trabalho, que dimensiona e organiza as redes de ensaio e os trabalhos de experimentação da Meridinal e de seus parceiros. De acordo com Ralf Dengler, os experimentos com soja são realizados no Paraná, São Paulo, Santa Catarina, sul de Minas Gerais, sul de Goiás e Mato Grosso do Sul. Os ensaios com trigo são conduzidos no Paraná, São Paulo, Santa Catarina e sul do Mato Grosso do Sul.
Conhecimento e avanços da pesquisa chegam aos agricultores por meio de dias de campo. O gerente-executivo informa que são realizados, a cada safra, uma média de 65 encontros sobre a cultura de soja e outros 35 sobre o trigo, atingindo um público de cerca de 50 mil pessoas a cada safra. Os eventos técnicos são uma oportunidade para difundir o progresso do agronegócio e permitem ao agricultor tomar decisões para adquirir sementes, equipamentos e insumos com tecnologia de ponta, afirma.
A Fundação Meridional, por meio das captação de recursos das empresas de sementes, investe anualmente R$ 2,5 milhões no apoio aos projetos de melhoramento genético e transferência das tecnologias das instituições parceiras. (R.C.)





