Imagem ilustrativa da imagem Direto do Campo
| Foto: Sebastião José de Araújo/Embrapa Arroz e
Armazenamento
O engenheiro agrônomo Denis Santiago da Costa avaliou a interferência da molécula do oxigênio na qualidade das sementes de arroz. O pesquisador da Esalq/USP destaca que ao longo dos anos há a redução da viabilidade das sementes ortodoxas, ainda que condições favoráveis (redução da temperatura do ar ambiente e do teor de água da semente). Segundo o autor, a pesquisa foi feita em duas etapas. "Na primeira, as sementes de arroz foram embaladas com vácuo e sem vácuo e armazenadas em câmara ultrafria (-20ºC) na Embrapa e uma amostra controle armazenada nas condições do laboratório de sementes. Os resultados finais indicaram que a embalagem com vácuo tem potencial para conservar as sementes por mais tempo mesmo em condições favoráveis para o armazenamento."



Vácuo
Adicionalmente, numa segunda etapa, durante o armazenamento foram avaliados os efeitos do aumento da pressão parcial de oxigênio na qualidade de sementes de arroz, utilizando tanques de aço, em pressão de 20MPa de ar comprimido. "Houve a possibilidade de verificar, por meio da germinação e do tempo requerido para germinação, que o oxigênio potencialmente reduz a qualidade das sementes de arroz. Na presença constante dessa molécula há a redução do parâmetro fisiológico indicando que a remoção de O2 para o armazenamento das sementes de arroz pode ser benéfica", completa o pesquisador.

Antibiótico
Diante da tendência global de uso racional de antibióticos na produção animal mundial, a SilvaFeed apresenta ao Brasil o Bypro, um aditivo natural com eficácia comprovada com potente efeito antimicrobiano. O modulador natural já é utilizado em países da Europa e América do Norte. Conforme o veterinário Marcelo Manella, o Bypro constitui-se de uma mescla de extratos vegetais a base de compostos polifenólicos, também conhecidos como taninos. "O Bypro atua na seleção das bactérias benéficas à função ruminal, proporcionando melhor padrão de fermentação e controlando o pH ruminal e reduzindo os riscos de acidose", explica Manella.

Impacto ambiental
"O produto tem conquistado interesse pelo seu potencial em reduzir impactos ambientais da produção animal", explica Manella. A redução de metano pode ser de até 35% e a redução na emissão de amônia do esterco em torno de 15%. "Isto tudo é reflexo de sua ação positiva no rúmen", afirma ele. De acordo com o veterinário, tanino será os único aditivo a ser incorporado no modelo de requerimento animal nos EUA, o NRC de gado de corte, em especial pela redução de metano. Esta redução de metano, permite também melhora na eficiência energética pelos ruminantes.

A FO­LHA não se res­pon­sa­bi­li­za por al­te­ra­ções na pro­gra­ma­ção dos cur­sos, lei­lões ou even­tos.

mockup