Imagem ilustrativa da imagem Direto do Campo
| Foto: Jefferson Christofoletti/Embrapa
Pesca
A extensão da pesca no mundo está amplamente subestimada e na verdade seria 30% maior do que as estimativas oficiais - é o que diz um estudo publicado em janeiro, incluindo a pesca industrial e artesanal e os descartes. De acordo com o estudo publicado na Nature Communications, a captura anual chegou a 109 milhões de toneladas em 2010, ou 30% mais do que 77 milhões de toneladas registradas no mesmo ano pela FAO, com base nas estatísticas nacionais de 200 países.



Subsistência
Segundo os pesquisadores, a diferença é que a maioria dos países se concentra na pesca industrial e não têm pesca artesanal, de subsistência ou ilegal nem os peixes capturados acidentalmente e depois descartados. O estudo, realizado com a ajuda de cerca de 50 cientistas, consistiu em reconstituir as estatísticas de 1950 a 2010 por meio de múltiplas fontes - literatura científica, cifras de pescas, estudos locais, legislação, demografia, etc.

Recursos
Estas investigações mostram que nos últimos 25 anos, a queda observada no volume de pesca ao nível mundial era mais importante do que as estimativas da FAO: cerca de 20 milhões de toneladas, em vez de 10 milhões. De acordo com especialistas, esta queda, apesar de uma expansão da frota mundial e em modernização, se deve aos recursos haliêuticos em declínio. A pesca industrial passou assim de 87 milhões de toneladas em 2000 para 73 milhões de toneladas em 2010.

ABC
O desempenho do Programa ABC (Agricultura de Baixa Emissão de Carbono) no ano safra 2014/15 aumentou 35,67% em número e valor de contratados em relação ao ciclo 2013/14. A informação é da Secretaria do Produtor Rural e Cooperativismo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Também houve expansão de 20,29% na área financiada pelo ABC na comparação entre outros os dois períodos. De acordo com o coordenador de Manejo Sustentável dos Sistemas Produtivos do Mapa, Elvison Ramos, o número de contratos na temporada 2014/15 foi de 8.018, representando cerca de R$ 3,65 bilhões. Esse montante permitiu o financiamento, com tecnologias do ABC, de uma área próxima a 1,76 milhão de hectares.

Metas
O Plano ABC – no qual está inserido o programa – alcançou os objetivos previstos para 2015. Foram atingidos cerca de 105% da meta para florestas plantadas, 80% para plantio direto e 40% para recuperação de pastagens degradadas. Já as capacitações de técnicos e produtores rurais nas tecnologias do ABC totalizaram 5.656 no ano passado. Isso representa um aumento de 26% em comparação com 2014, quando foram realizadas 4.503 capacitações. "Em 2015, foram empenhados R$ 2,8 milhões para convênios com estados, universidades e centros de pesquisas", disse Elvison Ramos, uma alta de 106% em relação a 2014.

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