Embalagens vazias

Entre os dias 2 e 31 de março acontecem 28 ações de recebimento itinerante de embalagens vazias de defensivos agrícolas em municípios do Oeste do Paraná. A ação, que visa estimular a devolução do material pelos agricultores da região, consiste no recebimento temporário de embalagens vazias em locais próximos às propriedades rurais como forma de promover a devolução destes resíduos pós-consumo ao Sistema Campo Limpo (logística reversa de embalagens vazias de agrotóxicos). O recebimento beneficiará cerca de 1,1 mil agricultores e estima-se que 52 toneladas de embalagens serão entregues. Todo material será levado para a central de recebimento de Palotina, gerenciada pela Associação Regional Oeste Paranaense de Distribuidores Defensivos Agrícolas (Ardefa), e posteriormente encaminhado para a destinação final, reciclagem ou incineração, pelo inpEV – instituto que representa a indústria fabricante de defensivos agrícolas para a destinação das embalagens vazias de seus produtos.

Soja Livre

Acontece hoje, durante a Jornada Agrodinâmica, em Deciolândia, (MT) a 5ª edição do Programa Soja Livre, cujo objetivo é garantir que os produtores rurais tenham acesso a sementes de soja convencionais com alto potencial produtivo e garantida competitividade em diferentes sistemas de produção. O Programa Soja Livre apresenta na safra 2014/2015 oito cultivares de soja convencional desenvolvidas pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e pela Tropical Melhoramento & Genética (TMG) para o Mato Grosso. Com a soja convencional, o produtor tem produtividade competitiva e ainda consegue negociar bonificações especiais nos mercados que preferem este produto. A rentabilidade por hectare plantando se torna um diferencial.

Imagem ilustrativa da imagem DIRETO DO CAMPO
| Foto: Arquivo FOLHA
Trigo
As negociações no mercado de trigo em grão se enfraqueceram nos últimos dias, porém os preços se mantêm firmes. Segundo pesquisadores do Centro de Estudos Avançados de Economia Aplicada (Cepea), muitos moinhos estão apenas recebendo o grão negociado anteriormente e produtores permanecem voltados para a safra de verão, acreditando que a alta do dólar possa valorizar o cereal nos próximos meses. No Rio Grande do Sul, a oferta de trigo está um pouco maior do que no Paraná, devido à necessidade de liberação de espaço nos silos para a soja. Porém, como o estado gaúcho teve sérios problemas climáticos durante o desenvolvimento da cultura, boa parte da sua produção ficou sem valor comercial para os moinhos do mercado brasileiro, sendo destinada à exportação para países africanos e asiáticos ou para ração animal. Esse cenário também eleva a necessidade de importação do cereal para atender a demanda nacional pelo grão que é estimada pela Conab em 12,2 milhões de toneladas, volume 5,9% maior que o da safra anterior.



Fertilizantes
As vendas de fertilizantes totalizaram 2,01 milhões de toneladas em janeiro de 2015, segundo a Associação Nacional para Difusão de Adubos (ANDA). O volume diminuiu 7,6% em relação ao mesmo período do ano passado. No entanto, frente a dezembro último houve aumento de 1,1%. Para 2015, a expectativa é de queda na demanda por fertilizantes por todo o mundo, considerando a retração dos preços das principais commodities agrícolas, em especial soja e milho. Estimam-se que 5,66 milhões de toneladas de adubos foram estocadas ao final de 2014 no país. Com relação aos preços, em fevereiro, os fertilizantes nitrogenados subiram, em média, 0,3% frente a janeiro. Para os adubos fosfatados e potássicos, as altas foram de 0,7% e 0,1%, respectivamente. O levantamento dos números foi realizado pela Scot Consultoria.

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