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Carne de frangoA carne de frango manteve em 2013 sua posição de destaque na alimentação do brasileiro. Segundo estatísticas divulgadas este mês pela União Brasileira de Avicultura (Ubabef), no ano passado foram produzidas 12,3 milhões de toneladas. Como dois terços da produção (cerca de 8,4 milhões) foram destinados ao mercado interno, o consumo desta carne foi de quase 42 quilos por habitante em 2013 - a proteína animal mais consumida no País.
ExportaçãoPara o exterior foram embarcadas quase 4 milhões de toneladas, consolidando ainda mais o Brasil como o maior exportador mundial de carne de frango, fornecendo o produto para mais de 150 mercados. A principal região de destino foi o Oriente Médio, que encomendou quase 1,5 milhão de toneladas em 2013. E os maiores mercados compradores foram Arábia Saudita, União Europeia, Japão, Hong Kong, Emirados Árabes Unidos e China.
ParanáO Paraná foi o principal estado exportador de carne de frango no Brasil em 2013 em volume, com 1,14 milhão de toneladas. A Ubabef informa que as exportações da avicultura brasileira (carne de frango, peru, patos e marrecos, ovos, material genético, pintos e ovos férteis) totalizaram 4,07 milhões de toneladas em 2013, resultado 1,5% menor em relação a 2012. Em receita, houve crescimento de 2,3%, atingindo US$ 8,55 bilhões.
Mormo
O Paraná voltou a ser área livre do mormo, doença que ataca cavalos. A Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) eliminou o foco da doença encontrado no Estado e restabeleceu a normalidade para o trânsito e aglomeração de cavalos. A portaria, assinada pelo diretor presidente da Adapar, Inácio Afonso Kroetz, no último dia 15, condiciona a liberação à apresentação de certificado de sanidade dos animais por meio de exames negativos para a doença, quando os cavalos forem procedentes de estados que ainda registram a doença. O mormo ou lamparão é uma doença infectocontagiosa de cavalos provocada por bactérias que podem ser transmitidas ao homem e a outros animais.
Café
Neste ano, a produção nacional de café (arábica e conilon) deve ficar entre 46,53 a 50,15 milhões de sacas de 60 quilos do produto beneficiado. É o que apontou o 1º levantamento da safra 2014, realizado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e divulgado no início do mês, em Brasília. O resultado pode representar entre 5,4% de redução até 2% de crescimento, se comparado aos 49,15 milhões da safra anterior, considerados arábica e conilon.