Citricultura
A cadeia produtiva da Citricultura encaminhou essa semana ao Ministério da Agricultura sugestões para o desenvolvimento do setor. Entre os pleitos apresentados na reunião da Câmara Setorial da laranja estavam medidas de apoio à comercialização da safra 2013. Os representantes da iniciativa privada solicitaram a prorrogação dos financiamentos que venceriam em 28 de fevereiro e a prorrogação da Linha Especial de Crédito à Comercialização, e ainda a manutenção da laranja na Política de Garantia de Preços Mínimos.

Acompanhamento
"Estamos atentos a essas demandas. O governo tem um direcionamento muito claro que é acompanhar essas culturas. Nós já fizemos intervenção na sustentação de preços e agora estamos trabalhando para atender o setor no que for possível," afirmou o secretário de Política Agrícola do Mapa, Neri Geller, ao lembrar que as políticas para viabilizar o setor de citricultura estão sendo formuladas. "Ainda existe a possibilidade de se prorrogar o preço mínimo da caixa de laranja que está hoje em R$ 10,10", concluiu.

Biocombustível
O presidente-executivo da União Brasileira de Biodiesel (Ubrabio), Odacir Klein, encaminhou ao ministro da agricultura, Mendes Ribeiro Filho, um pedido de financiamento específico para o beneficiamento e industrialização de plantas para produção de farelo e etanol provenientes do milho. O ex-ministro Klein, junto com um grupo de especialistas da iniciativa privada, busca incentivos específicos para a atividade com o objetivo de aproveitar o excedente da produção da cultura para incremento em outras ramificações. A expectativa para a atual safra é de 76 milhões de toneladas de milho.

Crédito
O ministério acenou com a possibilidade de intermediar junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) uma nova linha de crédito para esta finalidade. Agregar o valor de produção do milho é uma das prioridades do projeto. Além disso, as unidades de processamento também estão planejadas para adaptação e aproveitamento de sorgo – mais resistente à seca. Atualmente, as indústrias estão preparadas apenas para o processamento de farelo de soja. O custo de investimento para unidade está estimado em R$ 230 milhões, com a expectativa de retorno do capital empreendido em torno de 5,2 anos. Para Mendes, é preciso aproveitar o potencial do milho como mais uma alternativa para o produtor.

Certificado
Uma reivindicação antiga dos produtores brasileiros de cachaça que pedem o reconhecimento por parte dos importadores como produto exclusivo será atendido em poucos dias pelos Estados Unidos. A partir do dia 11 de abril, o Brasil poderá exportar a cachaça para aquele país com o certificado de origem. De acordo com o secretário de Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Célio Porto, esse reconhecimento abre o principal mercado do mundo para a cachaça brasileira. Segundo ele, esse é um passo importante para a exportação de produtos de valor agregado dessa cadeia produtiva.

Liberado
Seis frigoríficos brasileiros, um de carne suína e cinco de aves, foram aprovados a exportar para a China. A decisão foi comunicada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) pelas autoridades sanitárias chinesas na semana passada. Em 2012, uma missão chinesa esteve no Brasil para visitar os estabelecimentos. O grupo conheceu 20 frigoríficos, destes, seis foram contemplados. Um de suínos e três de aves de Santa Catarina e um de aves de São Paulo e outro do Mato Grosso do Sul.

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