Aftosa
  No primeiro semestre, a Campanha Nacional de Vacinação contra a febre aftosa imunizou 94,7% dos 126.626.344 animais em 22 estados e no Distrito Federal. Os dados foram divulgados na terça-feira pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abstecimento (Mapa). Embora o Departamento de Saúde Animal (DSA) já considere positivo o resultado parcial, a expectativa é de que ele melhore com as informações que faltam de Minas Gerais e Pará, e alcance o índice do mesmo período de 2011, que foi de 97,7%. A primeira etapa da campanha teve início em março, mas a maior parte dos animais foi vacinada em maio.


Etapas
  A segunda etapa da campanha teve início em julho, no Amazonas e no Pará. Os estados de Roraima e Rondônia serão os próximos a vacinarem em outubro enquanto a maioria dos demais estados vacinará em novembro. Atualmente, a zona livre da febre aftosa com vacinação é composta por 16 estados e o Distrito Federal. Santa Catarina é reconhecida como zona livre de febre aftosa sem vacinação desde 2007.


Custeio
  O vice-presidente de Agronegócios e de Micro e Pequenas Empresas do Banco do Brasil, Osmar Fernandes Dias, anunciou na quarta-feira que as agências de todo o País já estão liberadas para contratar financiamento de custeio antecipado da safra 2013 para as culturas de milho, algodão e sorgo. No total, o banco disponibiliza R$ 1 bilhão para a linha.

Produtividade
  O Comitê Estratégico Soja Brasil (Cesb) promoveu essa semana, em Castro, Sul do Estado, o 1º Fórum Regional de Produtividade da Soja 2012, que apresenta os resultados da Região Sul no Desafio Nacional de Máxima Produtividade Safra 2011/12. O evento, realizado em parceria com a Fundação ABC, faz parte das atividades para promover o aumento do potencial de produtividade da cultura da soja no País. O objetivo do Cesb é aumentar a produtividade média do Brasil para 67 sacas/ha (4.000 kg/ha) até 2020, com foco em sustentabilidade e rentabilidade.

Parceria
  O Centro de Tecnologia Canavieira (CTC) e a Embrapa assinaram no início de agosto um acordo de cooperação científica para desenvolvimento de pesquisa. As entidades são líderes em desenvolvimento tecnológico agrícola e a união de seus esforços permitirá multiplicar os recursos investidos nas duas instituições. Melhoramento genético, biotecnologia e etanol celulósico estão entre os principais tópicos a serem desenvolvidos em conjunto. Os resultados das pesquisas reverterão em produtividade para a canicultura brasileira e manutenção da liderança do Brasil em biocombustíveis sustentáveis.

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