DIRETO DO CAMPO
PUBLICAÇÃO
sexta-feira, 01 de junho de 2012
Equipe Rural 
Baixo carbono
De acordo com o último levantamento realizado pela Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, os financiamentos concedidos por meio do Programa de Agricultura de Baixo Carbono (ABC), somaram R$ 840,9 milhões no período que compreende julho/2011 a abril/2012. Nos dez meses do ano-safra anterior, foram R$ 322,2 milhões em créditos. A região Sudeste lidera os desembolsos no período com R$ 322,4 milhões, seguido pelo Sul, R$ 241,6 milhões, Centro-Oeste, R$ 191,1 milhões, Norte, R$ 51,5 milhões, e Nordeste, R$ 34,07 milhões. O Paraná somou R$ 118,8 milhões em financiamentos e 614 contratos. No conjunto de todas as aplicações, os estados do Piauí, Alagoas, Amapá, Amazônia, Rondônia, Roraima e Rio de Janeiro registram níveis mínimos de aplicação.
Crédito fundiário
O programa do crédito fundiário no Paraná conta com mais um agente para financiar as operações de compra de terras e de estruturação dos lotes para os pequenos agricultores. A Caixa Econômica Federal passou a prestar esse serviço no Estado, complementando as operações já realizadas pelo Banco do Brasil. O primeiro contrato foi firmado na agência da Caixa em Ibaiti, no Norte Pioneiro. Mais sete projetos estão em fase de elaboração e outros 13 estão em fase de aprovação pela Caixa nos municípios de Grandes Rios, Pinhalão, Santa Izabel do Oeste e Japira.
Cooperação
Está em elaboração um termo de cooperação técnica entre a Caixa, Cohapar, Secretaria da Agricultura e Emater para que os processos da compra de terras possam correr em paralelo com o programa Minha Casa, Minha Vida, o que pode encurtar o acesso à terra e à casa própria. A Caixa deverá ofertar, em breve, o financiamento na linha Pronaf A (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar). Essa linha de crédito é operacionalizada pelo Banco do Brasil, que também está estudando operar com linhas de crédito de acesso à casa própria. O programa de crédito fundiário já atendeu 2.695 famílias no Paraná desde 2005.
Estabilidade
A liquidez nos mercados spot e também de contratos de milho voltou a diminuir na semana passada, de acordo com informações do Cepea. A desvalorização do Real frente ao dólar no período fez com que vendedores criassem expectativas de aumento na paridade de exportação. No mercado internacional, os preços do grão registraram fortes oscilações na semana passada. Nesse cenário, vendedores brasileiros se retraíram, mesmo considerando que a segunda safra de milho deve ser recorde. Entre 21 e 28 de maio, o indicador Esalq/BM&FBovespa recuou 0,28% em Campinas (SP), fechando a R$ 25,01/saca de 60 kg na segunda-feira.


