No começo do ano as estimativas apontavam 1,5 milhão de animais rastreados, iniciando o segundo trimestre em 2,5 milhões. Há algumas semanas o MAPA apontou que já haviam 4,7 milhões. A Associação das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) divulgou essa semana que seriam 6 milhões. ''Já se fala em 10 milhões de bovinos cadastrados no Sisbov até o final do ano.''
Desses animais ''rastreados'', no entanto, lembra o analista, apenas 1 milhão já estariam em condições de abate. O número é pequeno e pulverizado. Alguns pecuaristas preferiram segurar os bois em engorda a espera de conseguir mais pela arroba. Outros esperaram para ver se o MAPA manteria a decisão.
Deságio pressiona - Para pressionar a oferta de bois rastreados alguns frigoríficos passaram a adotar deságio na compra de animais que não atendem às exigências do MAPA.
Esse deságio se mantém entre R$ 1 a R$ 3 a arroba. No Paraná paga-se R$ 55 para bois não rastreados e R$ 56 para rastreados. Em São Paulo: R$ 54/não rastreado e R$ 56/rastreado. No Mato Grosso do Sul tem indústria pagando R$ 51 para bois não rastreados.

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