O Senar paranaense conta hoje com 300 instrutores, sendo 30 já formados e outros 22 em capacitação para o curso de aplicação de agrotóxicos, primeiro treinamento criado pela instituição, em 1993. A média anual de aulas nessa área chega a até 800, com cerca de 100 cursos mensais. Além dos módulos tratorizado de barras e costal manual, também é discutido o controle de formiga cortadeira.
  A princípio, recorda o agrônomo Johnny Franzon, o treinamento em aplicação de defensivos contava com 15 instrutores. Como o Senar só trabalha por demanda, a procura sofreu altos e baixos. ‘‘O que afastou o produtor foi o aumento da carga horária, já que o agricultor insiste que não pode ficar muito tempo longe da propriedade’’, conta.
  Segundo o agrônomo, a maior dificuldade da classe produtiva está na manutenção dos equipamentos de aplicação. ‘‘A tecnologia em si, não é surpresa’’, acredita Franzon. No Estado, a demanda pelo curso acontece principalmente na região Centro-Sul, onde as propriedades são menores e menos tecnificadas.
  A manutenção preventiva do equipamento, assinala Franzon, deve ser feita pelo próprio agricultor e demanda nada mais que uma manhã de serviço, quando realizada com freqüência. O equipamento é utilizado, em média, uma semana por safra, calcula. (M.G)

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