O agrônomo Luiz Fernando Pacheco da Costa, analista de propostas da Unidade Técnica Estadual (UTE) do Departamento de Desenvolvimento Agropecuário (Deagro), explica que as propostas de crédito fundiário feitas pelo antigo Banco da Terra estão sendo analisadas este ano pelo técnicos da UTE. ''Aquelas em conformidade com as normas estão sendo repassadas ao Banco do Brasil. As demais precisam de adequação'', diz.
Neste caso, são feitas vistorias nas propriedades para analisar se o potencial produtivo da terra foi colocado em prática. Costa assinala para a existência de grupos fictícios, que compraram a terra com objetivos diferentes da agricultura. ''Muitos têm a terra apenas como uma chácara para o fim de semana, o que foge completamente do princípio do crédito fundiário'', afirma.
Para solicitar prorrogação dos prazos de pagamento, Costa sugere que os inadimplentes procurem o Conselho Municipal para saber como proceder. Os produtores também podem pedir ajuda ao supervisor regional da Emater para resolver possíveis dúvidas. ''Pagar até 15% do valor da parcela vencida também é uma maneira de prorrogar o prazo de quitação da dívida'', declara o agrônomo. (M.G.)

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