Cultivo deve atender demanda de mercado
PUBLICAÇÃO
sexta-feira, 21 de outubro de 2005
Rui Cépil Diniz 
O cultivo de plantas medicinais, apesar de sua valorização no mercado, sempre deve ser precedido pelos contatos com os possíveis compradores, pois devido as suas características, a produção excedente poderá apresentar dificuldades em ser colocada no mercado. Aconselhamos aos produtores (ou candidatos a produtores), que antes de iniciar o cultivo, entrem em contato com as empresas de extensão rural ou cooperativas, para um aconselhamento técnico adequado.
Para utilizarmos corretamente as plantas medicinais, abordadas nesta coluna, sempre utilizamos os conhecimentos proporcionados pela Fitomedicina, ou seja, a fitoterapia tradicional baseada em evidências científicas, de maior ou menor grau de evidência, porém, respeitando o princípio Hipocrático de ''primeiro não fazer mal'', ou em latim, ''primum non nocere''.
Para a extração adequada dos princípios ativos desejados, tanto no preparo caseiro quanto farmacêutico, podemos utilizar as plantas medicinais frescas ou desidratadas de diversas formas, como sucos, chás (infusão, decocção, maceração), xaropes, cápsulas, comprimidos, tinturas, inalações, banhos, compressas, cataplasmas, cremes, pomadas, tinturas e géis.
A partir da próxima semana, abordaremos em separado essas diversas formas de preparo com dicas práticas de uso.


