O Brasil é dividido em quatro grandes macro-regiões homogêneas de cultivo do milho, que se diferenciam por fatores como altitude, latitude, distribuição de chuvas, e ocorrência de doenças. Segundo informações da Embrapa Milho e Sorgo, a adaptação da cultivar à região deve ser um dos primeiros aspectos a serem considerados na escolha da cultivar.
As regiões são: região subtropical, formada pelo RS, SC e sul do PR; região de transição formada pelo Norte e Oeste do PR, Sul de SP, Sul do MS e Sul de MG; região tropical, formada pelas regiões centro e norte de SP, MG, TO, Norte do MS, MT, Oeste da BA, RJ e ES; Região Nordeste. Os contornos dessas regiões não são rígidos e variam de acordo com os conceitos das firmas produtoras de sementes.
As cultivares de milho são agrupadas de acordo com o ciclo da planta em: superprecoce, precoce e normais ou tardias. Às vezes, as empresas produtoras de sementes usam ainda um outro grupo, o semiprecoce.
Deve ser dada preferência a cultivares que apresentem bom empalhamento, alta percentagem de dobramento de espigas após a maturação, baixa inserção de espigas, excelente enraizamento, com ótima tolerância ao alumínio tóxico e com maior eficiência no uso de nutrientes. (C.C)

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