Criadores de avestruzes têm que cumprir exigências mais rigorosas em relação à sanidade do animal. Na lista conferida pela equipe que cuida da recepção dos animais estão laudo negativo de salmonella pullorum, vacina contra doença de Newcastle, atestado negativo de ecto parasitas como piolho e sarna, declaração de não ocorrência de doenças como bronquites infecciosa e cólera aviária. Precisam comprovar que os animais foram vacinados contra epitelioma contagioso (bulba aviária), que provoca uma espécie de verruga na cabeça. E também é exigida a Guia de Trânsito Animal (GTA) onde estão registrados os dados sobre a procedência e destino.
De acordo com o médico veterinário Carlos Alberto Bonezzi, cerca de 300 equinos participaram das provas de laço e de tambor durante a exposição realizada no Parque Governador Ney Braga no ano passado. Todos tiveram que passar pelo controle da Defesa Sanitária Animal que exige do proprietário laudo negativo de exame laboratorial de anemia infecciosa equina e declaração de um veterinário de que a propriedade de origem não teve casos de gripe equina (influenza). Também é exigida a GTA.
Donos de ovinos e caprinos precisam certificar que seus animais estão livres de brucelose e ectoparasitas. No caso dos suínos, só participam da exposição os provenientes de granjas de reprodução de suínos certificados (GRSC). Esses animais são monitorados pelo serviço oficial.
O trabalho na recepção dos animais consiste na verificação dos documentos sanitários e na identificação feita através de marcas na orelha, brincos, tatuagem ou anilhas.

mockup