Em 1986 a raça aberdeen angus detinha 6,85% do mercado nacional de sêmen bovino; em 1987, subiu para 10,15% e no ano passado alcançou 13,89%, enquanto nos leilões de reprodutores e ventres ficou entre as quatro raças de corte que alcançaram os melhores preços médios.
Agora, na 39ª Exposição Agropecuária e Industrial de Londrina, a Associação Brasileira de Aberdeen Angus (ABAA) constatou 150 inscrições, entre animais PO (de argolas) e rústicos. ‘‘É a maior representação que a raça angus já colocou em uma feira fora do Rio Grande do Sul. E, segundo nossos técnicos que revisaram os animais inscritos, também é uma das melhores, no que diz respeito à qualidade genética dos animais’’, afirma o presidente da ABAA, José Roberto Pires Weber.
‘‘O grande número de animais inscritos e a preocupação cada vez maior dos produtores em apresentar animais geneticamente superiores, é consequência da valorização do angus, como raça ideal para complementar qualquer raça, em especial as de sangue zebuíno’’, diz Vadico Silva, diretor da Trajano Silva Leilões, empresa responsável pelas vendas da raça angus na Exposição de Londrina.

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