Programas de incentivo do poder público podem fazer a diferença no setor de olerícolas de Maringá. A opinião é do agrônomo Jorge Ogassawara, da Emater de Maringá, que presta assessoria aos produtores. Atualmente um grande número de famílias se dedica às hortaliças em propriedades próximas ou mesmo dentro da zona urbana da cidade.
Ogassawara defende o estímulo à produção de olerícolas usando como argumento o fato de que na região Norte e parte do Noroeste do Estado existe um grande número de pequenas propriedades. ''É preciso dar valor a essa atividade, que usa a mão-de-obra familiar e ainda emprega pessoas'', diz o técnico. A falta de mão-de-obra é justamente uma das dificuldades do setor, que poderia ser solucionada com ações governamentais.
Além de hortaliças e legumes, os maringaenses produzem frutas que são consumidas na região e levadas a outros centros, como a uva e abacate, cuja metade da produção é vendida em São Paulo. ''Outro benefício é que os produtos abastecem mercados, supermercados, sacolões e chegam diretamente ao consumidor nas feiras'', ressalta Ogassawara. (R.C.)

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