Cotações reagem na Bolsa de Chicago
Depois de pelo menos três semanas sem alteração, as cotações do milho na Bolsa de Chicago reagiram na terça e quarta-feiras. A tendência de alta ficou mais clara na quarta-feira: as cotações do milho fecharam em alta influenciadas por fatores técnicos e pela forte alta nas cotações do trigo e da soja. Mas o milho no mercado internacional tem condições de caminhar com suas próprias pernas. É que a demanda pelo milho norte-americano está bastante aquecida.
Na quarta, as principais commodities negociadas em Chicago mostraram elevação de preços. O trigo, com alta de 1,6%, puxou as altas. O milho veio a seguir, com elevação de 1,4%, enquanto a soja ficou em 0,7%.
Apesar do cenário favorável no mercado internacional, o preço do milho não reagiu no mercado interno esta semana. O mercado de lotes ofertou pouco e a procura também foi pequena. Os preços giraram entre R$ 17,50 e R$ 18,00 mantendo o mesmo patamar da semana passada. No Porto de Paranaguá, poucos negócios foram fechados na faixa de R$ 19,00 por saca. Na semana passada o preço estava melhor: R$ 19,50. Na exportação, segundo a Granoeste, de Cascavel, o milho está liquidando na faixa entre US$ 117,00 e US$ 118/t/Fob estivado.
Os preços estão baixos na compra do produtor. Em Maringá, Campo Mourão e Marialva, o preço variou entre R$ 14,80 e R$ 16,50/saca. Em Apucarana, entre R$ 15,00 e R$ 16,00.





