De acordo com Egídio Maffei, gerente comercial da operação conjunta Batavo e Castrolanda – duas das principais cooperativas de leite do Paraná-, os testes para verificar se há contaminantes ou alguma anormalidade no leite já começam na propriedade. O processo de análise se repete quando o produto chega à cooperativa. Maffei reconhece que os produtos das duas cooperativas são um pouco mais caros, mas salienta que a qualidade é superior às demais marcas disponíveis no mercado.

Metodologia
Zoard Carrara, gerente industrial da cooperativa Batavo, explica que a qualidade do leite se mantém por dois fatores: assepsia e refrigeração. A temperatura deve ser mantida entre 0º Celsius (C) e 10ºC. "A média de temperatura depois que o produto é captado deve ficar, de preferência, a 4°C", sublinha Carrara. Depois de coletado, o especialista explica que são verificadas a contagem de micro-organismos, a acidez e a coloração do produto. Na cooperativa, são analisados os aspectos físico-químico, microbiológico e a análise de fraude.
Segundo Carrara, quanto menor a acidez melhor é a qualidade do produto. Na crioscopia, o gerente industrial explica que é verificado o ponto de congelamento da água do leite. Com isso, dá para saber se o produto recebeu ou não água. "Mas a nossa qualidade é garantida com a indústria no campo", revela Carrara. (R.M.)

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