Evitar as condições favoráveis para a ocorrência da ferrugem da soja é tarefa fundamental e depende de atitutes do produtor. A primeira delas, segundo recomendações do site (www.consorcioantiferrugem.net), é iniciar na entressafra o manejo das plantas de soja. Plantas voluntárias remanescentes devem ser dessecadas.
Outra medida de manejo que pode ser adotada é o escalonamento de semeadura, em relação ao ciclo da cultura. ''As plantas precoces passam menos tempo no campo, são colhidas mais cedo e, desse modo, podem ''escapar'' da doença ou serem menos atingidas'', diz o site. Como na maioria das regiões a soja não é cultivada no inverno, o fungo iniciaria sua multiplicação nas primeiras semeaduras, e a tendência é que o inóculo aumente com o evoluir da safra. Desse modo, as semeaduras mais cedo também apresentam um mecanismo de escape quanto à concentração de inóculo.
O controle químico deve ser usado também de acordo com recomendações técnicas. A decisão sobre o momento de aplicação deve levar em conta os fatores necessários para o aparecimento da ferrugem (presença do fungo na região, idade das plantas e condição climática favorável), a logística de aplicação (disponibilidade de equipamentos e tamanho da propriedade), a presença de outras doenças e o custo do controle. O atraso na aplicação, após constatados os sintomas iniciais, pode acarretar em redução de produtividade, caso as condições climáticas favoreçam o progresso da doença. O número e a necessidade de re-aplicações vão ser determinados pelo estádio em que for identificada a doença na lavoura e pelo período residual dos produtos. (R.C.)

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